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- Review: Unusual Findings
Como englobar todas as referências dos anos 80 em apenas um jogo? Unusual Findings vai te mostrar como! O JOGO Unusual Findings é um point and click desenvolvido pela Epic Llama Games e distribuído pela ESDigital Games . Vinny, Nick e Tony gostam de aventura e, numa delas, enquanto tentam hackear a televisão para ter acesso aos canais adultos, eles captam uma transmissão misteriosa . Em seguida, presenciam a queda de um objeto voador e vão ver o que foi, afinal, nossos garotos são aventureiros. Eis que descobrem que um alienígena está por ali. Nossos protagonistas se veem em uma situação complicada, mas acabam tomando pra si a decisão de resolver esse problema. O que vai acontecer com eles? Tudo depende de suas escolhas . MINHAS IMPRESSÕES Um fenômeno engraçado começou a acontecer depois do lançamento da série Stranger Things, que é a comparação de todo o conteúdo criado retratando os anos 80 com a série. Toda mídia que retrata essa época é fatalmente caracterizado como "estilo Stranger Things" e eu acho isso muito injusto, principalmente com esse jogo aqui. Os desenvolvedores claramente amam os anos 80 e você percebe isso em muitos momentos do jogo, em especial, depois do final do jogo, onde vemos quase uma declaração de amor à época. Talvez o tema esteja saturado e rotular tudo num grande guarda-chuva diminua o valor de obras como essa. A história é bem simples, com um roteiro bem característico de filmes dessa época. Você consegue imaginar tranquilamente esse jogo sendo um filme. As personagens são bem estereotipadas, mas ainda assim, carismáticas. O jogo está em Português-Brasil , o que facilita demais para os brasileiros, visto que é um jogo com muitos textos e em sua maioria, ajudam a direcionar o jogador e dão dicas do que deve ser feito. Todas as personagens são dubladas muito bem, passando a emoção necessária pra cada momento. A jogabilidade é um clássico point and click onde você vai ter que explorar bem cada cenário e pensar um pouco pra resolver os desafios. Tem um bom nível de dificuldade para esse tipo de gênero, muitas vezes me fez quebrar a cabeça pra resolver algumas coisas. O jogo ainda tem diferentes finais que dependem de algumas decisões que você faz durante a história, o que te faz querer ver onde esses finais te levam. Eu mesmo não conseguia imaginar outros finais. CONQUISTAS Por possuir diferentes escolhas e finais, as conquistas vão demandar algumas jogatinas se quiser completar tudo. Tenha em mente que, a primeira vez que jogar vai demorar mais, pois tudo é novo, mas as outras serão mais rápidas por saber resolver boa parte dos desafios. Fazer 100% das conquistas será cansativo, mas não impossível. CONCLUSÃO Unusual Findings tem uma ótima qualidade , visto que muitos jogos point and click não conseguem te prender por muito tempo no quesito longevidade da jogabilidade. Só de ter diferentes finais e escolhas já é algo digno de nota. Como dito anteriormente, poderia facilmente ser um filme dos anos 80, o que tem seu lado bom pela nostalgia, mas que não trás nada de novo pra esse tema. Confesso que tive que jogar em pequenas doses pois eu ficava andando de um lado pro outro sem saber muito bem como avançar, mas essa pausa entre uma jogatina e outra ajudava a prosseguir na história. É um jogo bem divertido , com muitas referências aos anos 80 e feito com muito carinho. Se gosta do gênero, dê uma chance. NOTA: 7.5/10
- Review: Dungeons of Hinterberg
Em um mundo de visual deslumbrante, assumimos o papel de Luisa, explorando 25 masmorras distintas e repletas de diversidade ao longo do jogo. GAMEPLAY / VISUAL Dungeons of Hinterberg se destaca como um jogo verdadeiramente único, onde cada aspecto brilha, seja através de seu belíssimo visual em cel-shading ou na sua rica variação de gameplay, que alterna habilmente entre diversos estilos de jogo e brinca com a mudança de perspectivas da câmera. A cada dia, somos imersos em novas tarefas que nos permitem estreitar nossos laços com a comunidade do jogo, um processo essencial para o progresso, pois é através dessas interações que adquirimos características, itens e habilidades exclusivas, provenientes dos diversos NPCs que habitam este universo vibrante. O visual de Dungeons of Hinterberg é absolutamente deslumbrante. Cada vez que o gameplay se ramifica, alternando entre um estilo isométrico ou de plataforma, a experiência é de tirar o fôlego. Essas mudanças despertam até uma certa curiosidade: a câmera tradicional em terceira pessoa, por vezes, me faz pensar que os desenvolvedores poderiam ter criado algo igualmente extraordinário se tivessem optado por uma visão isométrica em todo o jogo. Contudo, apesar das qualidades impressionantes, há três aspectos que me incomodaram consideravelmente. Primeiro, a limitada diversidade de inimigos e a semelhança entre eles, que diminui o desafio e a variedade no combate. Segundo, a previsibilidade do enredo, que tira um pouco do impacto narrativo. E, por último, no quesito jogabilidade, a mecânica de pulo deixa a desejar, revelando uma certa falta de refinamento por parte dos desenvolvedores nesse ponto específico. ACHIEVEMENTS Os achievements em Dungeons of Hinterberg são exemplares, equilibrando justiça, desafio e variedade. A desenvolvedora claramente fez o dever de casa ao criar conquistas que exigem habilidade e dedicação, sem cair na monotonia. No entanto, há uma ressalva quanto aos coletáveis: a tarefa de encontrar todos os baús ou todas as moedas únicas em cada fase pode se tornar repetitiva e um tanto exaustiva, destoando do restante das conquistas que são mais diversificadas e estimulantes. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Me diverti muito com dungeons of Hinterberg, me surpreendi um pouco com o tamanho do jogo, leva um tempo pra que conseguimos chegar perto do fim da história, vale bastante a pena se aventurar um pouco na jornada de Luisa. Cada design de personagem dentro do jogo é único, bem feito e realmente muito diversificado. Cada "mundo" é bem explorado e cada dungeon é diversificada. Quero muito ver o que os desenvolvedores podem fazer após este game, que com certeza é um grande título deste ano. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 79/100
- Review: Let's School
Let's School é um jogo de gerenciamento ao melhor estilo dos tycoon, extremamente similar aos novos jogos da Two Point, onde assumimos o papel de gestor de uma escola. GAMEPLAY / VISUAL Um jogo extremamente detalhista: é assim que posso definir Let's School. Não é um jogo que vai pegar na sua mão e levá-lo a todos os objetivos; Let's School é focado, complexo e ramificado. Gerenciamos cada pequeno pedaço de nossa escola. Logo no início, temos uma pequena customização do nosso "diretor" e somos colocados em uma escola suja, com alguns dejetos que precisamos eliminar, no maior estilo The Sims em seu modo gerenciamento. Let's School se inspira bastante em jogos de gerenciamento ao estilo Theme Park, como os jogos recentes da Two Point. No entanto, não pense que ele é apenas mais um jogo genérico de gerenciamento. Cada mínimo detalhe torna-o único em seu gênero, incluindo sua arte muito característica, que remete a animes e à cultura nipônica. Cada estudante em Let's School tem sua própria personalidade e demanda, o que torna o jogo bastante complexo de lidar. Para resolver um problema, são necessárias diversas soluções, como, por exemplo, ajudar um estudante a estar satisfeito o suficiente em todos os aspectos acadêmicos para que ele consiga ir bem em suas aulas. Isso inclui seu humor, sua saúde, sua fome, sua felicidade e diversos outros aspectos, criando para nós um desafio único. ACHIEVEMENTS As conquistas são muito bem elaboradas e envolvem objetivos que alcançamos durante o gerenciamento de nossa escola. Incluem metas como fazer um discurso ou conseguir boas notas com os alunos. Eu diria que a parte das conquistas, na maioria dos jogos de gerenciamento, é algo em que as empresas raramente erram neste quesito. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Let's School é, sem dúvida, um gerenciador incrível. Porém, na versão testada para consoles, devo dizer que a interface do jogo deixa a desejar, sendo pouco intuitiva. Embora seja difícil exigir isso de um jogo de gerenciamento, acredito que haveria algumas possibilidades para facilitar sua jogabilidade nos consoles, como uma adaptação para teclado e mouse, já que todos os consoles modernos têm suporte a esses periféricos. Há muito o que se fazer em Let's School; é um jogo completo dentro de seu gênero e traz uma jogabilidade extremamente complexa e prazerosa. Eu diria que a versão para console é mais completa do que os próprios jogos da Two Point, que focam em diversificações desnecessárias. Let's School se concentra onde é preciso: nos métodos e nos estudantes, e isso é muito bom. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 76/100
- Review: Schim
Schim é um jogo de plataforma e exploração no qual assumimos o papel de uma sombra. Nossa única forma de locomoção é pular entre as sombras dos objetos ao nosso redor, criando uma dinâmica única e envolvente. GAMEPLAY / VISUAL Sem dúvida, o visual de Schim é um dos pontos mais destacados do jogo. Cada tipo de cenário é estonteantemente bem feito, apesar de sua simplicidade. A jogabilidade também merece destaque, pois não há nada parecido com o que vemos em Schim. Somos colocados no papel de uma "sombra" que mais parece um sapo, pulando de sombra em sombra, e precisamos completar uma história de reencontro consigo mesmo, desde a infância do nosso humano até os problemas em seu trabalho. Surpreendentemente, Schim tem um background de história bem interessante que não atrapalha a jogabilidade em nenhum momento. Talvez o único porém seja que, no início, o jogo demora um pouco para engrenar. Praticamente todo objeto em que entramos como sombra é interativo e tem uma animação própria. A quantidade de objetos em Schim é gigante, embora se torne repetitiva em alguns momentos mais próximos do final do jogo. Schim oferece uma gameplay de extrema qualidade e muita diversidade, algo que realmente faz falta em muitos jogos. ACHIEVEMENTS A grande maioria das conquistas do jogo são possíveis e algumas até mesmo criativas. Porém, o que prejudica um pouco a experiência dos achievements são os coletáveis em todos os níveis. Nesse ponto, acredito que a empresa tenha se equivocado sobre o que os jogadores realmente apreciam nesses jogos. É muito mais proveitoso incluir desafios como o achievement do Hole in One no campo de golfe, do que exigir a coleta de três itens extremamente escondidos por fase. Esse tipo de conquista obriga os jogadores, que jogam em busca de completar todos os achievements, a terminarem o jogo com um guia aberto ao lado, o que acaba comprometendo um pouco da experiência do jogo. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Schim é um deleite. Sem dúvidas, é um jogo extremamente bem feito, com uma mecânica de gameplay única e um estilo próprio. Não podemos classificá-lo apenas como um puzzle, embora contenha elementos desse gênero. O jogo se destaca mais pela exploração de mundo e contemplação da história do que qualquer outra coisa. Infelizmente, não tive a oportunidade de experimentar tantos bons jogos indie este ano, mas sem dúvidas, Schim se destaca como um deles. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 75/100
- Review: Wild Seas
Como é bom ver um gênero que você ama ter um jogo competente. Tower defense é, sem dúvida, um dos gêneros de jogos que mais joguei na vida, especialmente nos clássicos mods do Warcraft III no Garena. Wild Seas é uma ótima pedida para quem quer revisitar o gênero. GAMEPLAY / VISUAL No jogo com gráficos extremamente fofos, controlamos um amigável crocodilo que precisa defender uma joia, estrategicamente mal posicionada, de piratas malignos. Para isso, construímos diferentes tipos de torres (turrets) com funcionalidades diversas, que disparam mísseis, morteiros e até mesmo curam nosso personagem. Funcionando como um tower defense padrão, os piratas vêm em ondas. Podemos dar algumas porradas para nos livrar deles, mas o foco principal é a manutenção e os upgrades das nossas torres. Conforme os piratas vão morrendo, deixam cair baús do tesouro, que contêm moedas ou uma chave inglesa para repararmos alguma torre danificada. ACHIEVEMENTS Completei todas as conquistas do jogo e, logo após isso, a empresa lançou novas conquistas para serem alcançadas. Diria que Wild Seas cai na infelicidade de ser tão fácil que o jogo acaba não se provando suficiente. Podemos simplesmente completar todas as conquistas na primeira ou segunda fase do jogo. Como algumas empresas vêm fazendo, lançam cada vez mais conquistas para atrair jogadores focados nisso. No entanto, considero que, no caso de Wild Seas, isso não era necessário. O jogo é legal e realmente divertido, mas poderia ter ido mais longe se tivesse conquistas que mostrassem um progresso mais intrínseco e desafiador. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Wild Seas é um bom tower defense, mas ele poderia ser mais. Parece que os desenvolvedores não acreditaram no potencial do gênero ou do jogo. É uma pena, pois acredito que ele poderia ter sido extremamente mais robusto. No entanto, é importante valorizar jogos pequenos e bem feitos. O aspecto visual de Wild Seas é realmente muito bem feito, e dá para passar algumas boas horas jogando. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 68/100
- Review: Primal Survivors
Primal Survivors é um jogo com visão isométrica ao estilo de Vampire Survivor, onde os jogadores são transportados para uma era primitiva e podem realizar diversos upgrades em sua 'árvore de habilidades'. GAMEPLAY O game oferece modos de jogo com pequenas diferenças entre eles. Os jogadores podem escolher entre várias feras primitivas, como o espírito do lobo, do tigre e outras, assumindo o papel de uma espécie de xamã interior. No decorrer do jogo, avançamos até enfrentar chefes. As batalhas contra esses chefes são bastante interessantes, cada um com movimentos específicos. Pelo que experimentei, todos os chefes tinham duas fases, com variações de movimentos na segunda fase. O jogo é bastante divertido no quesito desafio, mas acredito que a progressão poderia ser melhor trabalhada. NARRATIVA E VISUAL Este novo gênero de survival é, sem dúvida, um dos mais diversificados, com algumas variações realmente notáveis. Primal Survivors é um jogo que oferece uma qualidade aceitável, mas não chega a ser espetacular. Ele é competente em sua temática. No entanto, no aspecto visual, o jogo deixa a desejar. Os cenários, as variações de inimigos, os efeitos gráficos e até mesmo o design do personagem principal parecem um tanto genéricos. Um destaque positivo são as artes relacionadas às habilidades que adquirimos ao longo do caminho, que são realmente excelentes. ACHIEVEMENTS Primal Survivors é provavelmente o tipo de jogo que receberá diversas atualizações ao longo do tempo. Durante minha análise, por exemplo, foram adicionadas mais conquistas, me desafiando a obter mais 1000G em conquistas no Xbox. Embora não seja ruim, gostaria que as conquistas fossem mais bem elaboradas do que apenas 'mate 20 cobras e ganhe 200G'. Isso parece um pouco preguiçoso, considerando que o jogo é divertido e poderia proporcionar várias horas de entretenimento. No entanto, acredito que a desenvolvedora se limitou a atrair um público focado em conquistas, o que considero uma pena. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Primal Survivors é um jogo satisfatório. É divertido e cumpre bem o papel de um jogo no estilo survival, mas acredito que poderia ter sido melhor trabalhado no aspecto visual e na organização da dificuldade em relação à progressão do jogador. Não é muito interessante quando uma desenvolvedora facilita tanto o jogo para que possamos alcançar todas as conquistas de forma tão simples. Acho que deveriam ter pensado em algo mais desafiador e bem elaborado. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 62/100
- Review: First Dwarf
Pilote seu mecha e explore ilhas flutuantes acompanhado de um dragão em First Dwarf. O JOGO First Dwarf é um jogo de sobrevivência e ação desenvolvido pela Star Drifters e distribuído pela 4Divinity e Star Drifters . Pilotando seu mecha, o anão Tru tem a missão de encontrar recursos e um novo lar para seu clã, pois o mundo não é mais como eles conheciam. Acompanhado do dragão Ragna , Tru deve pavimentar o caminho para seu clã garantir seu futuro e honrar o nome de sua família. Construa bases, explore recursos, descubra novas tecnologias e defenda seu iguais de criaturas hostis em First Dwarf. MINHAS IMPRESSÕES É importante avisar que, no momento dessa análise, o jogo está em acesso antecipado . Por isso, mesmo que eu tenha algumas críticas, sei que no futuro tudo estará bem melhor. O jogo está em Português-Brasil , porém, ainda não 100% traduzido. First Dwarf tem muitas mecânicas e ideias interessantes acontecendo ao mesmo tempo. Temos captação de recursos, criação de bases, pesquisa de tecnologia, defesa de base, enfim, tem realmente muita coisa. E o melhor é que nenhuma dessas ideais atropela a outra . Pelo contrário, elas conversam muito bem entre si. Além das mecânicas citadas, ainda temos a mudança de personagem, em que você pode alternar entre Tru e Ragna, cada um com suas habilidades específicas. Tru ainda pode pilotar seu mecha, que na realidade é o que vai acontecer na maior parte do seu jogo. A ambientação é bem simples, mas faz bem seu papel, sem poluir visualmente o mapa. Os ataques em sua base são frequentes e você deve ficar bem atento . O combate usando o mecha tem uma espécie de timing perfeito para atacar que, se feito da forma correta, será mais efetivo. Encontrei alguns problemas enquanto jogava, como ficar preso numa missão pois usei um recurso que não consigo mais para fazer outra coisa, porém, são coisas normais em jogos em acesso antecipado e isso de forma alguma muda como eu vejo o jogo. Mesmo ainda precisando de alguns polimentos em jogabilidade e gráfico, é um jogo bem divertido. CONQUISTAS O jogo não possui conquistas mas, como citado anteriormente, o jogo está em acesso antecipado no momento dessa análise, por isso, imagino que pelo estilo de jogo, conquistas serão adicionadas num futuro. Se não estão nos planos, deveria estar , pois seria uma adição ótima. CONCLUSÃO Gostei do que vi e do que o jogo promete entregar. No seu atual estado, ele ainda está um pouco travado e precisa de mais fluidez, mas são coisas que com toda certeza serão melhoradas. First Dwarf possui muito potencial , sendo um jogo com muito espaço para crescer e evoluir. Com o tempo certo e sem pressa para entregar o que promete, será um título muito interessante de acompanhar . Os desenvolvedores tem uma boa base para trabalhar e espero que façam um bom trabalho. NOTA: 6.5/10
- Review: Shogun Showdown
Calcule cada movimento e derrote diversos inimigos em Shogun Showdown. O JOGO Shogun Showdown é um roguelike em turnos desenvolvido pela Roboatino e distribuído pela Goblinz Publishing e Gamera Games . Com diferentes personagens, sua missão é derrotar diversos inimigos pelo caminho para alcançar e enfrentar o Shogun , o seu inimigo final. Planeje bem todos os seus movimentos pois seus inimigos também se preparam para te atacar, cada um em seu respectivo turno. Durante sua aventura, melhore seu leque de armas e habilidades para ter mais possibilidades de ataques e combos para alcançar seu objetivo final. MINHAS IMPRESSÕES Roguelike é um estilo de jogo que pode dar muito certo ou muito errado, não existe meio termo. É um gênero que é feito para ser viciante e, caso não consiga isso, provavelmente será um fracasso. Shogun Showdown é extremamente viciante e maravilhosamente gostoso de jogar. Considerando que ele tem elementos de construção de baralho, que é um gênero que está saturado atualmente e poucos fazem bem, Shogun Showdown usa esse elemento de forma muito agradável. O combate por turnos e que acontece em 2D exige estratégia e pode te deixar em situações complicadas, mas que são recompensadoras quando você consegue derrotar os inimigos sem tomar dano, por exemplo. As combinações de armas e habilidades é muito boa, permitindo combos muito satisfatórios. As melhorias possíveis tanto para armas e habilidades quanto para passivas são equilibradas entre ônus e bônus, mas que permitem que, dependendo de quanto você avança, tenha uma build muito forte. O jogo está em Português-Brasil , o que ajuda a entender a descrição de cada arma e habilidade. A arte do jogo é bem agradável , em especial, as cores usadas deixam tudo mais vivo. Conforme for jogando, você desbloqueará personagens que possuem características, armas e habilidades iniciais diferentes, o que faz com que você use personagens que se adequem melhor ao seu estilo de jogo. Cada vez que você derrota o Shogun, desbloqueia novos níveis de dificuldade, que deixam os inimigos mais difíceis e com características adicionais. Além disso, você ganha pontos para liberar mais cartas para serem usadas. Existem também itens consumíveis, que adicionam mais uma camada de estratégia ao seu jogo. Junte tudo isso que eu disse e você entenderá o porquê desse jogo ser tão viciante . Ele te faz querer mais e mais, sem ser injusto ou complicado, com uma curva de aprendizado muito boa. Shogun Showdown consegue unir muitos aspectos em uma harmonia incrível e que, até nas derrotas, te faz ficar satisfeito com o jogo. CONQUISTAS Em se tratando de roguelike , sabemos que você vai ter que jogar diversas vezes normalmente. Adicione conquistas e você jogará ainda mais e terá mais desafios . Além de conquistas mais básicas, como derrotas alguns chefes ao longo do jogo, você terá alguns desafios interessantes para completar algumas conquistas. Derrotar um chefe e morrer no mesmo turno, causar 25 de dano num golpe só, vencer o Shogun sem usar poção de cura durante toda sua run são só algumas das conquistas desafiadoras possíveis. Além disso, o jogo possui um sistema de carimbos que você ganha ao vencer o Shogun, que são adquiridos quando alguns requisitos são completados. Naturalmente, existem conquistas ligadas aos carimbos. Por ser um jogo extremamente viciante e com um alto nível de replay , muitas conquistas serão feitas sem ser percebidas. Já outras vão te fazer jogar com um desafio a mais, que não são impossíveis, mas dão uma camada a mais de dificuldade . Com toda certeza, vai dar trabalho fazer 100%, porém, será extremamente divertido. CONCLUSÃO Shogun Showdown me fisgou como nenhum outro roguelike estava conseguindo ultimamente. É tão gostoso jogar que mesmo perdendo, eu sentia que a culpa era minha de ter jogado mal e não que o jogo estava sendo injusto. É incrível como juntaram tantas mecânicas de uma forma tão simples e esse é o segredo para o sucesso que é esse jogo . Pra quem gosta de roguelike , como eu, Shogun Showdown com toda certeza figura entre os melhores dos últimos tempos. O que me deixa ainda mais impressionado: o jogo está em acesso antecipado . Deixei essa informação por último para mostrar que, mesmo em acesso antecipado, o jogo está completo. Fico imaginando o que mais vão fazer para melhorá-lo, se teremos mais armas e habilidades, mais personagens, enfim, com uma base tão sólida, fica mais fácil evoluir. Os desenvolvedores estão de parabéns com Shogun Showdown e eu recomendo muito que joguem , até mesmo quem não é muito fã desse estilo de jogo. Você não vai se arrepender, jogue e se vicie. NOTA: 9.0/10
- Review: Gladiator Guild Manager
Monte sua guilda de gladiadores e entre nas arenas para consagrar seus guerreiros. O JOGO Gladiator Guild Manager é um jogo de estratégia e gerenciamento desenvolvido pela Entertainment Forge e distribuído pela GrabTheGames, Gamera Games e UpgradePoint. No comando de uma guilda de guerreiros, você irá recrutar, treinar e equipar seus gladiadores para estarem preparados para a batalha. Já dentro da arena, posicione seus lutadores para enfrentar inimigos em diversos desafios, seja estando em menor número ou contra guerreiros poderosos. Além disso, atenda os pedidos das facções e enfrente inimigos poderosos, mas lembre-se: ajudar um pode não agradar o outro. MINHAS IMPRESSÕES Já começo com um aviso: é viciante. Assim que você embala no jogo, não quer mais parar. O ritmo do jogo é bom e não te deixa sem fazer nada, porém, sinto que, depois de muitos ciclos dentro do jogo, fica tudo muito repetitivo. Enquanto você estiver descobrindo coisas e testando os diversos tipos de guerreiros, é bem divertido. A dificuldade do jogo é bem adaptável para todos os tipos de jogadores. O jogo está em Português-Brasil, o que ajuda muito no entendimento dos itens, habilidades e missões, por exemplo. Gladiator Guild Manager, somando a estética com a jogabilidade, me lembra muito os jogos de browser que jogávamos quando criança em sites de jogos. Aquela ideia de um jogo simples, porém, viciante, que nos atraia tanto e nos fazia passar tardes jogando. As batalhas ocorrem automaticamente, com o jogador podendo colocar prioridade em qual inimigo atacar, que é crucial para vencer algumas batalhas. As mecânicas de itens e habilidades deixa tudo bem mais variado, com combinações bem interessantes. Somando todos esses fatores, volto a dizer, você não vai perceber o tempo passar enquanto joga. CONQUISTAS Temos conquistas bem variadas aqui. Além daquelas mais básicas, como derrotar um certo número de inimigos, por exemplo, algumas conquistas estão relacionadas com missões dadas pelas facções, que te direcionam para lutas contra chefes. Cada chefe derrotado é uma conquista, no caso. Além disso, temos conquistas de speedrun e dificuldades, que pode não atrair a maioria dos jogadores,mas que vão gerar um grande desafio. Como pode ver, não é fácil fazer 100% das conquistas e, caso tente, você levará um tempo considerável para completar. CONCLUSÃO Gladiator Guild Manager é o típico jogo para jogar sem compromisso. Ainda que seja possível regular a dificuldade do jogo para algo mais difícil, o jogo em si é bem simples e não exige tanto do jogador mesmo na parte do gerenciamento. A curva de evolução dos personagens somado ao tempo que passa dentro do jogo cadencia seu ritmo e te faz jogar sem parar. Ainda assim, vejo que a simplicidade aqui é uma faca de dois gumes, pois do mesmo jeito que ela te atrai pela facilidade, ela logo te afasta pela falta de novidade. A versão 1.0 foi lançada próximo da data em que escrevo esse texto. Se compararmos o jogo que ficou em acesso antecipado por 3 anos e sua versão atual, vemos um grande progresso, com muitas correções e polimentos, coisas que mudaram a experiência do jogador para melhor. Espero que continuem acrescentando conteúdos ao jogo, pois vejo um grande potencial para continuar melhorando esse divertidíssimo jogo. NOTA: 7.5/10
- Review: Indika
Sua fé pode mover montanhas? O JOGO Indika é um jogo narrativo e puzzle desenvolvido pela Odd Meter e distribuído pela 11 bit studios. Ambientado numa Rússia alternativa, estamos na pele de Indika, uma jovem freira, que também dá nome ao jogo. Vivendo num monastério cheio de outras freiras, Indika é malquista pelas outras devotas. Enviada em uma missão, Indika sai do enclausuramento que é viver dentro dos muros do monastério e parte em uma aventura que irá desafiar tanto sua força física quanto sua fé. Fé essa que já é muito questionada por nossa protagonista, visto que ela possui um companheiro peculiar: o próprio diabo. Com muitas indagações e questões morais, acompanhamos Indika em sua jornada de autodescobrimento que, de um jeito ou de outro, fará o jogador se questionar também. MINHAS IMPRESSÕES Com uma narrativa interessante e cheia de questões morais, Indika é um jogo extremamente intrigante. Confesso que inicialmente achei que seria um jogo de terror, até pela estética apresentada: sombrio e com temática religiosa. Apesar de haver alguns susto aqui ou ali, o jogo não tem essa proposta como principal atrativo. Enquanto caminha em meio a uma Rússia alternativa do século XIX, nossa protagonista se depara com um cenário arrasado e quase deserto. Com isso, existem alguns puzzles para avançar na história. Nada muito complicado, estão ali para dar um desafio ao jogador, caso contrário, seria apenas um jogo de caminhada. Além da jogabilidade normal, o jogo possui duas mecânicas que fogem completamente da ideia principal de Indika. A primeira são pontos, que são coletados de diversas formas durante a jornada e são usados para elevar uma espécie de árvore de habilidades de Indika. Apesar do próprio jogo dizer explicitamente que os pontos não servem pra nada, existe aquele impulso de jogador de querer conseguir pontos, esperando que talvez sirva para algo no futuro. E serve? Bom, vou deixar para você descobrir. A segunda mecânica são os minigames, que sempre contam algo do passado de Indika durante a história. É uma forma criativa de contar algo do passado, mudando totalmente a estética do jogo para pixel art. A história e os dilemas propostos pelo jogo são interessantíssimos, te fazendo pensar a todo momento, sem te dar nenhuma resposta para os questionamentos e deixando tudo em aberto para discussões. O jogo está em Português-Brasil, o que é ótimo para entender melhor tanto a história quanto as questões apresentadas. Os atores de voz fazem um ótimo trabalho em passar as emoções aos personagens, principalmente a protagonista Indika. Apesar de curto, Indika é um jogo bem amarrado. Alguns vão dizer que poderia ser um pouco mais longo, mas creio que a proposta do jogo está completa e, se for pra aumentar a duração e isso não adicionar nada ao saldo final, melhor ser como é. Acho que posso dizer que esse é um jogo mais artístico, com a visão dos desenvolvedores claramente exposta de como eles queriam que fosse o jogo, bem diferente do que vemos aos montes na indústria. CONQUISTAS Além das conquistas ligadas ao progresso da histórias, temos algumas outras em que deve-se fazer ações específicas como, por exemplo, rezar em determinados locais, achar itens escondidos ou até mesmo falhar diversas vezes em algum desafio específico. Eu recomendo jogar tudo sem pensar nas conquistas, pois o jogo tem a opção de seleção de fases, ou seja, você pode voltar em pontos específicos da história, então, você pode retornar e fazer as conquistas que faltaram. CONCLUSÃO Indika vai te surpreender. Pode ser pela história, pelo gênero, pelas questões apresentadas, enfim, algo vai te chamar a atenção durante o jogo. Muita gente não vai gostar, seja pela duração curta ou pela visão dos desenvolvedores, mas esses serão minoria. É uma experiência agradável e que vai te fazer questionar muitas coisas. Me agradou o jeito diferente em que as coisas acontecem, de um jeito que você não espera. A forma que os desenvolvedores criaram pra te colocar na pele da Indika, sentir o que ela está sentindo é, de fato, muito interessante. Existem muitos outros fatores que tornam a experiência única, mas evitei comentar pois estaria estragando as surpresas que o jogo trás. É um ótimo jogo para sair um pouco da mesmice da indústria e ver algo diferente, mas que não afasta nenhum tipo de jogador. NOTA: 8.0/10
- Review: Terra Memoria
Um aconchego dos clássicos jogos de RPG, que traz tudo o que é verdadeiramente essencial do gênero de uma maneira agradável e gratificante. Terra Memoria é como um abraço reconfortante para qualquer jogador aficionado por jogos de turno. GAMEPLAY Aqui talvez seja um ponto a nos questionarmos sobre Terra Memoria, já que o jogo não apresenta a complexidade que encontramos em RPGs mais elaborados. Não há sistema de Natureza, Escape, a possibilidade de usar itens durante a batalha, chances de golpes críticos ou até mesmo a chance de errar um golpe. Chega a ser curioso: Terra Memoria é extremamente simples. Se o colocarmos ao lado de expoentes do gênero, fica claro que cada aspecto foi abordado de uma forma diferente em comparação a outros jogos do mesmo estilo. Contudo, o mapa pode se tornar um pouco desafiador caso você precise de algo mais específico, já que há áreas extremamente semelhantes quando estamos no mesmo bioma. NARRATIVA E VISUAL Os graficos do jogo são simplesmente incríveis, personagens únicos arte fenomenal, musicas extremamente relaxantes. Tudo é de se impressonar neste jogo. A narrativa gira em torno de uma investigação sobre o paradeiro dos cristais que fornecem energia à região. Acompanhamos a jornada de seis personagens, cada um com suas próprias histórias e personalidades, enquanto desvendam o mistério dos cristais. À medida que a trama se desenrola, exploramos como cada personagem terá sua história concluída neste mundo incrível. Nós acompanhamos a perspectiva de seis personagens principais em Terra Memoria: três jogáveis e três de suporte. Cada um deles é mais rico e complexo do que o outro. Arrisco dizer que, mesmo se Terra Memoria fosse um jogo ruim, o carisma dos protagonistas ainda conseguiria sustentá-lo de forma exemplar, graças às referências intrincadas à cultura de animes e jogos em geral. Incorporando referências à cultura de animes e jogos, o que adiciona uma camada extra de charme e familiaridade para os fãs desses gêneros. A narrativa é acompanhada por músicas aconchegantes que complementam perfeitamente a atmosfera do jogo, criando uma experiência auditiva tão envolvente quanto a visual. ACHIEVEMENTS Como um portal focado em conquistas, frequentemente criticamos desenvolvedoras por pesarem a mão ou serem extremamente relaxadas com algumas conquistas, algo que é crucial para os jogadores atualmente. Terra Memoria acerta em cheio na lista de conquistas deste jogo. As conquistas são bem elaboradas, sem itens perdíveis ou coletáveis demorados. Elas envolvem a história e as dinâmicas do jogo, sem exigir demais ou de menos dos jogadores. Posso dizer que Terra Memoria atinge o equilíbrio perfeito em relação às conquistas e deve servir de exemplo para desenvolvedores, tanto deste gênero quanto de outros. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Para mim, é curioso ter contato com Terra Memoria, considerando minhas variadas experiências com jogos de RPG de turno. Durante um tempo, até me afastei do gênero. Tentei voltar com Octopath Traveler, Persona 4 Golden, e diversos outros jogos com diferentes abordagens ao gênero. No entanto, Terra Memoria foi uma experiência surreal na minha trajetória como jogador. Posso afirmar com segurança que, ao lado de War Mongrels, é um dos melhores jogos que já avaliei para este portal. Claro, seria injusto comparar um RTT com um RPG, pois são propostas diferentes. Mas em termos de sensação, jogar Terra Memoria foi tão mágico que me fez recordar as horas que passava jogando Golden Sun no emulador ou descobrindo segredos em Pokémon. Terra Memoria tem dois pontos que, na minha opinião, poderiam ser melhor trabalhados: a simplicidade e o design de níveis. Esses aspectos poderiam ser aprimorados para enriquecer ainda mais a experiência. Observando o mapa do jogo, parece que faltam partes, possivelmente para uma futura DLC, continuação, ou patches. Apesar dessas críticas, não consigo negar que Terra Memoria é satisfatório em tudo o que se propõe. Mesmo com algumas áreas que poderiam ser melhoradas, a magia e a nostalgia que o jogo evoca são inegáveis, tornando-o uma experiência memorável. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 92/100
- Review: Tell Me Your Story
Um jeito fofo e leve de contar histórias. O JOGO Tell Me Your Story é um jogo puzzle desenvolvido e distribuído pela RedDeer Games. Acompanhamos Amelia e sua avó, Rose, revivendo histórias de aventuras enquanto passam férias juntas. Enquanto Rose conta suas histórias, Amelia, que tem uma imaginação muito fértil, idealiza como essas histórias aconteceram, passando por diversos lugares do mundo, como Ásia, Europa e América do Sul. Para avançar nas aventuras narradas por imagens, devemos resolver puzzles simples e temáticos de cada região onde a história se passa, com diversas referências culturais. Aproveite essa confortável dinâmicas entre neta e avó e divirta-se com uma adorável história. MINHAS IMPRESSÕES A forma de contar histórias por meio de imagens bonitas ou fofas, juntamente com alguns puzzles para avançar na história são bem comuns. É uma fórmula simples e que funciona para o seu propósito. Geralmente, não são jogos longos. Dito isso, Tell Me Your Story usa exatamente essa fórmula. E não veja isso como um ponto negativo, o básico também é bom, apenas não espere nada diferente disso. A história é bem fofa e simples, com tudo sendo contado por imagens, sem falas. Inclusive, o jogo não está em Português-Brasil, mas isso não vai influenciar em sua jogabilidade. Gostei do estilo gráfico adotado, combina muito com o clima do jogo. Apesar de passar por alguns lugares do mundo, sinto que poderiam ter mais lugares e culturas para explorar. O jogo poderia ser um pouco mais alongado, visto que é um jogo muito simples. Quanto aos puzzles, sua maioria é simples, mas alguns deles você vai demorar um pouco pra entender a dinâmica. Talvez falte um pouco mais de clareza no que é pedido. Ainda que exista um botão de dica, muitas vezes é uma dica subjetiva, que não ajuda tanto. No geral, é um jogo rápido, com uma história bonitinha e de fácil compreensão. CONQUISTAS As conquistas do jogo são bem fáceis de completar, visto que todas elas estão ligadas ao decorrer da história, ou seja, termine o jogo e você terá completado tudo, exceto uma conquista, que é usar a dica do jogo. Não tem muito segredo, você consegue o 100% facilmente. CONCLUSÃO Tell Me Your Story cumpre bem seu papel: ser um jogo simples e fofo, com uma história legal entre neta e avó. É um estilo de jogo muito específico e que agrada um público que gosta muito do estilo artístico e história. É um ótimo passatempo, mas que eu gostaria que fosse mais longo, passando em mais continentes, talvez alguns menos conhecidos, para que culturas menos abordadas na cultura pop fossem valorizadas também. Além disso, alguns puzzles, apesar de simples, são confusos e você vai ter que resolver na tentativa e erro. Ainda assim, para quem gosta de jogos confortáveis, Tell Me Your Story é uma boa escolha. NOTA: 7.0/10












