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- Review: Timberborn
O que aconteceria se toda a humanidade fosse extinta e castores se tornassem o novo passo da evolução? Timberborn nos mostra que a Terra estaria em boas mãos. O JOGO Timberborn é um construtor de cidades desenvolvido e distribuído pela Mechanistry. Uma seca causada pela humanidade foi a causa de sua própria ruína. Porém, a natureza sempre encontra um caminho para continuar e algumas espécies se adaptaram e criaram grandes cidades. Timberborn te coloca no comando de uma sociedade de castores que precisa sobreviver aos períodos de secas, criando uma base sólida para que seus cidadãos se mantenham vivos, confortáveis e felizes. Construa sua cidade, mova montanhas, domine a água e mantenha seus castores saudáveis para que possam sobreviver um dia mais. O começo de uma grande sociedade. MINHAS IMPRESSÕES Construir cidades é sempre divertido e prazeroso. Em Timberborn não seria diferente. É um jogo bem feito, com mecânicas que parecem complexas, mas são fáceis e divertidas de aprender. Você se sente empolgado em aumentar cada vez mais o tamanho de sua cidade e, quando percebe, já se passaram horas. Estruturas vão sendo desbloqueadas e a curiosidade em usá-las te move para continuar expandindo. O jogo ainda está em acesso antecipado e recebe atualizações frequentemente. No momento, podemos jogar com duas facções de castores, que possuem características e construções únicas. Com ciclos de secas, os castores precisam sempre se preparar para a próxima, estocando comida e água, criando formas de se manterem vivos até que o período árido acabe. Ao começar um novo mapa, um leque de ideias virá a sua mente. Onde construir sua cidade e como dispor as construções de forma eficiente serão preocupações válidas, pois faz uma enorme diferença. As construções verticais e acima do rio fazem com que o céu seja o limite para sua imaginação. O jogo está em Português-Brasil, o que facilita bastante no entendimento das estruturas. Para aqueles que adoram construir, ainda temos o modo editor de mapas. O objetivo do jogo é simples: sobreviva. Não existem grandes objetivos aqui. Alguns sentirão falta de um propósito maior, porém, toda a ideia do jogo é a construção de uma cidade. E Timberborn faz isso muito bem. Muito satisfatório ver um cidade funcional. CONQUISTAS Infelizmente, o jogo não possui conquistas até o presente momento. Como está em acesso antecipado, podemos esperar algo no futuro. Seria uma grande adição ao jogo, na minha opinião, pois daria um atrativo a mais para aqueles que buscam desafios. Castores também tem happy hour. CONCLUSÃO Timberborn é um jogo muito divertido e bem feito. Apesar de simples, vai te prender por um bom tempo. Cada atualização melhora mais ainda a qualidade de vida, o que mostra o quão preocupados os desenvolvedores estão com seu jogo e jogadores. Arrisco dizer que o jogo vai ter o dobro de conteúdo que tem hoje. Tudo é bem pensado e feito com carinho. Apesar da repetição de ciclos, o jogo não fica cansativo. Você sempre vai querer continuar construindo e melhorando sua cidade até que a próxima seca chegue. E toda vez é diferente, pois o jogo te impulssiona pra frente de forma leve e que faça você explorar e errar. E você vai errar muito, inundando tudo ou fazendo todos os seus castores morrerem, mas tudo faz parte do aprendizado, que é fácil e rápido. O jogo não vai exigir muito de você e será terapêutico cuidar de seus castores. Vale a pena conferir o jogo e onde ele vai chegar. Os desenvolvedores estão num bom caminho para tornar Timberborn em algo memorável e agradável de se jogar. NOTA: 8.5/10
- Review: Wild Dogs
Acreditem ou não, uma das minhas primeiras experiências com a série Contra foi no Game Boy e, definitivamente, foi muito divertido. Desde então, gosto bastante deste gênero. Quando vi a possibilidade de jogar Wild Dogs, também tive a oportunidade de rever um estilo de jogo que não colocava as mãos havia muito tempo. Mas Wild Dogs é apenas um bom jogo de estilo contra ou é mais do que isso? Wild Dogs foi criado por um pequeno estúdio indie aqui mesmo no Brasil, em Santa Catarina. A 2ndBoss já estava habituada ao desenvolvimento de outros jogos no estilo plataforma e caprichou na entrega do seu novo jogo. Wild Dogs, com uma ótima trilha sonora e uma gameplay desafiadora no nível ideal, é um grande marco na indústria brasileira de games. O jogo está disponível nas seguintes plataformas: Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S, e PC via Steam,. HISTÓRIA Wild Dogs tem como cenário um mundo sofrendo com uma invasão alienígena. Jogamos com Frank Williams e seu fiel e inusitado companheiro nesta aventura, o cãozinho Teddy. Passamos por diversos cenários apocalipticos, corridas com motocicletas, batalhas com mechas e desfechos inusitados até atingirmos o nosso objetivo final. GRÁFICOS Os cenários monocromáticos de pixel-art de Wild Dogs, de fato, dão um toque de charme ao jogo, mas também deixam a dúvida de que este jogo poderia ser muito mais bonito e caprichado se tivesse uma paleta de cores própria e robusta. Talvez nós consigamos perceber a falta de um trabalho de designer mais eficiente quando vemos a capa do jogo. Eu diria que não é algo que faça juz ao resto do game, e tenho certeza que isso pode afastar algumas pessoas de clicarem neste game em sua primeira experiência. Mesmo sendo uma arte simples, a riqueza de detalhes da pixel-art é bem satisfatória e bonita em diversos momentos do jogo. GAMEPLAY Sendo um ótimo run-and-gun, engana-se quem acha que Wild Dogs é apenas um jogo Contra-Style, ele é bem mais do que isso. A inspiração para diversos tipos de gêneros é bastante evidente em Wild Dogs. A principal inspiração, é claro, é o clássico Contra. Com certeza, o game consegue aprimorar fórmulas antigas e revitalizar o gênero de uma maneira natural, como se isso fosse uma evolução das mecanicas antigas aplicadas nos dias de hoje. Wild Dogs também bebe em fontes como R-Type, Megaman, Battletoads e diversas outras. A corrida clássica com obstáculos de moto de Battletoads, aplicada neste jogo, é uma das fases que mais tive dificuldade de superar. Aqui, vamos experimentar gêneros como Shot-and-up, Run-and-Gun, side-scrolling shooter e diversos outros em cada uma das fases, enfrentando diversos mini-bosses até chegarmos ao Chefe da fase. Cada um deles é único e muito bem desenhado para que você consiga aprender a mecanica e desviar de seus golpes. CONQUISTAS Aqui encontramos um dos problemas que venho mencionando na indústria de jogos indie e até mesmo jogos com um orçamento maior, a falta de criatividade nas conquistas e o apelo de pessoas complecionistas. Wild Dogs é simplesmente ineficiente nas conquistas e, simplesmente, basta você completar o jogo para alcançar o 100% sem nenhuma dificuldade. Uma pena para um jogo tão bom como este. Acho que deveria ter tido uma atenção maior neste aspeto. TRAILER OFICIAL CONCLUSÃO É surpreendente que tudo o que Wild Dogs se propõe a fazer não só seja bem-sucedido, como não há uma fase do jogo em que você se depare com uma queda de qualidade ou que você passe a perder interesse. Todas as fases e estilos de jogo são extremamente bem elaborados e com diversas referências aos jogos mais intensos e divertidos da era 8/16 bit. O jogo é bem divertido e tem um final bem inusitado e engraçado. Wild Dogs é uma grata surpresa dos jogos indie brasileiros dos últimos tempos. Posso colocá-lo na mesma lista que Blazing Chrome, por exemplo. A sua dificuldade é baixa em alguns níveis, mas nada que seja impossível ou que você possa ficar preso em algum lugar. Review realizada através da Gamertag: Scoulz Nota: 80/100
- Review: Volcano Princess
Temos aqui Volcano Princess: um simulador de pai que não é permitido sair para comprar cigarro e nunca mais voltar. O JOGO Volcano Princess é um simulador, RPG, gerenciador e aventura da Egg Hatcher, distribuído pela Gamera Games. Após a morte de sua esposa, você assume a vida de um pai solteiro que deve cuidar e ajudar no crescimento de sua filha. Passando por todas as fases de sua infância até a maioridade, você guiará a jovem pelo caminho que quiser: seja focar em batalhas, se tornar uma artista ou mergulhar nos estudos. E, enquanto faz essas e outras muitas tarefas, interaja com os habitantes da cidade para fazer amizades, ganhar itens e, quem sabe, começar um romance. O jogo é cheio de escolhas e cada uma delas terá efeito no futuro da garota. Seja um bom pai e ajude sua filha a alcançar seus sonhos! MINHAS IMPRESSÕES Comecei a jogar Volcano Princess sem muita ideia de onde estava me enfiando. Quando vi, já tinham se passado horas de jogo e eu não tava nem na metade. Minha primeira run foi demorada, pois explorei e experimentei de tudo. Achei que seria uma visual novel um pouco mais elaborada, mas me enganei feio. Tem bastante coisa pra fazer MESMO. Não vou entrar em detalhes da história pra não estragar a experiência de ninguém, mas existem plot twists e finais bem ousados, que, pelo menos pra mim, foi uma grande surpresa. O jogo não possui legendas em Português-Brasil, o que pode afastar alguns não falantes da língua inglesa, já que a história e os diálogos são essenciais para apreciar sua totalidade. O jogo consiste em turnos e pontos de ação. Cada turno é um mês do ano e cada ano é uma estação. Seus pontos de ação, como o próprio nome diz, são pontos gastos para fazer qualquer tarefa do jogo. A filha possui atributos que são responsáveis por melhorar suas ações e ter mais chance de sucesso. Como eu disse, dá pra fazer muita coisa, então, até você entender o jogo em si, vai cometer alguns deslizes. Porém, isso não é uma coisa ruim, pois Volcano Princess possui um bom fator replay, que facilita as próximas runs. Poderia ficar aqui descrevendo por horas tudo que é possível fazer, algumas coisas são mais divertidas, outras mais chatas. O que importa é que minha primeira run foi muito satisfatória e deu pra ver que o jogo foi feito com carinho. Perceba que eu disse "primeira run", ok? Daí em diante, eu fui aprendendo mais sobre o jogo, entendendo melhor as mecânicas e coletando finais e romances diferentes, afinal, cada um deles é uma conquista única. A partir da quinta run, eu só estava avançando direto onde queria, apenas focando no que importava para aquela run. O jogo se torna cansativo. Passar pelos quatro anos até o fim do jogo é um tempo enorme. Como citei anteriormente, o jogo tem um bom fator replay, mas poderia ser bem melhor para quem quer ver todos os finais. A arte do jogo é muito bonita. Podemos ver que foi feito com paixão. Volcano Princess foi desenvolvido por duas mulheres na China e eu consigo sentir que elas se empenharam bastante para que o jogo ficasse do jeito que queriam. E, na minha opinião, conseguiram. CONQUISTAS Vou começar com um aviso: NÃO tente fazer 100% das conquistas! Você quer tentar? Sem problemas, mas não diga que eu não avisei. Como citei no tópico anterior, cada final diferente é uma conquista única. E lembra que eu disse que vai te tomar algumas horinhas pra chegar até o final do jogo, né? Pois bem, ligue esses dois fatores e você vai entender o motivo. Por mais que, numa mesma run, você consiga fazer mais de um final diferente, ainda assim, existem muitos finais que exigem ações e atributos num valor específico. 58 finais! E quanto mais você faz, mais específico vai ficando. Sem contar os finais de romance, que nem sempre dá pra conseguir mais de um por run. As demais conquistas são tranquilas e você vai acabar fazendo-as no decorrer de diversas runs. Mesmo com a ajuda que o jogo te dá após completar algumas conquistas, ainda é um 100% muito desafiador. Em resumo, se você tiver tempo e vontade, faça todas elas. Se não, apenas curta o jogo. CONCLUSÃO Volcano Princess é simples no começo e complicado no final. Fiquei genuinamente impressionado (e assustado algumas vezes) com alguns plot twists. Estava envolvido com o jogo, até começar alguns novos saves para conseguir finais diferentes. Que fique bem claro que aqui sou eu criticando algo que não é essencial para o jogo, mas sim para mim, como jogador que gosta de fazer 100% das conquistas. Eu poderia pegar alguns finais e largar mão, mas não seria justo. Por isso, eu acho que não deveria ser tão complicado assim. E eu nem digo sobre os requisitos para as conquistas e sim o tempo de jogo. Isso me chateou um pouco. Como podem ver, se meu ponto principal de crítica foi apenas o citado acima, o jogo é realmente divertido pra quem curte o gênero. Volcano Princess executa bem o que se propõe, mesmo que o jogo seja a repetição contínua de algumas ações. Me diverti jogando e tentando aprender cada mecânica. Explodia de alegria quando conseguia atingir o final que eu queria e derretia de tristeza quando não conseguia após horas de jogo. Volcano Princess é o resultado de duas mulheres e suas visões sobre o jogo que queriam criar. Na minha visão, foi um sucesso. NOTA: 7.0/10
- Review: Mangavania
É bom rever um jogo do estilo metroidvania, que, além de ser um gênero que está sempre em alta, é um estilo muito gostoso de jogar, mas onde se encaixa o plataformer 8 bits Mangavania? O Mangavania foi criado por Alexander Nikolaev, um desenvolvedor que começou recentemente e divulgado pela Some You. Ele é um jogo de plataforma e tem uma grande influência de jogos Metroidvania. Dessa forma, podemos esperar muita exploração deste jogo com um charme de 8 bits. O jogo está disponível nas seguintes plataformas: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series S/X, Nintendo Switch e dispositivos móveis. HISTÓRIA Yukiho é o protagonista principal da história e vamos em busca de sua missão para salvar seu irmão. Sinceramente? A história neste jogo está aqui apenas para demonstrar que existe, mas, de fato, não acredito que alguém se importe com ela. GRÁFICOS Os cenários monocromáticos de Mangavania são fiéis e divertidos, sem enfeitar, apenas fazendo o básico do jeito certo. O estilo 8 bit traz uma boa fidelidade a referencia de jogos antigos de forma positiva e revigorada. Lembra um pouco o visual do longa Sin City - A Cidade do Pecado. O filme é composto por preto e branco, mas o sangue e outros elementos são usados com cores extremamente destacadas. GAMEPLAY Em Mangavania, há alguns desafios de masmorras que não são aleatórias. Você precisa procurar por chaves e um tipo de espirito para passar para a fase seguinte. E, mesmo com gráficos simples, a fluidez é bastante satisfatória. Esse talvez seja o principal fator que nos dá a sensação de estar jogando um jogo dessa era: a rapidez da gameplay. CONQUISTAS Sem problemas e sem criatividade, basta passar todos os níveis e completar o jogo, o que não é tão difícil, em no máximo três horas. Faltou de criatividade e, talvez, paciência para criar conquistas no jogo. TRAILER OFICIAL CONCLUSÃO Apesar da história mediana apresentada por Mangavania, é um jogo que executa o simples de forma satisfatória, sem causar problemas técnicos. A impressão que tive ao jogar é que era preciso ter uma ambição maior, o jogo tinha potencial, mas todos os desafios que ele oferece são simples e sem qualquer tipo de complexidade. O sistema de moedas para resgatar poderes ou itens poderia ser muito melhor substituído por serem conquistados em vez de comprados. Embora seja simples demais, dá para se divertir bastante com Mangavania. É um jogo que você pode realizar todas as conquistas de forma rápida e tranquila. Review realizada através da Gamertag: Scoulz Nota: 65/100
- Review: Bob Esponja Calça Quadrada: The Cosmic Shake
Before I start the opening of the reviews, it is always important to point out that I do all the achievements of a game before I do its review, so you can imagine that I not only fulfill the main story, but also do all the extras where the developers wanted our involvement (which is where I believe most of the achievements were supposed to be). The opening of this portal then begins with SpongeBob SquarePants: The Cosmic Shake. Game developed by Purple Lamp Studios, which in addition to having partial involvement in the development of Sea of Thieves, also independently carried out the development of the previous game in the franchise, SpongeBob SquarePants: Battle for Bikini Bottom - Rehydrated. Game was published by THQ Nordic (Darksiders, Destroy All Humans, Desperados, etc.) and it was precisely through THQ's partnership inclusion programs that we got access to the game key to be completed in advance. SpongeBob: The Cosmic Shake is a single-player third-person action-adventure game and is available for the following platforms: STORY You will command SpongeBob accompanied by his faithful squire Patrick Estrela, both meet Madame Kassandra (character introduced for the first time in the franchise in this game), she gives them a jar full of Mermaid Tears. According to legend, these tears can fulfill the wishes of those who are pure of heart. But as not everything is flowers, the wishes mess with the reality of Bikini Bottom, so that puts them inside the main adventure and we will have to reestablish normality. We will enter different worlds where the famous characters of the classic cartoon are in different roles, like a multiverse. To accompany us, Patrick is previously transfomed into a balloon and serves as an assistant (like Navi in Zelda), But make no mistake, the best dialogues are between sponge bob and Patrick, who genuinely managed to get a few laughs out of me. We spend during our game trajectory jumping between several universes, be it the pirate world helping the Flying Dutchman, in the Desert capturing the thief Seu Siriguejo or facing Karateka Sandy Bochechas in the cinematic world and several others that make references to the classic series and pop culture in general. In the middle of our journey, we manage to collect collectibles, find secrets and interact with several characters whose lines always bring at least a smile if you are a fan of the cartoon, such as the secondary character Fred, who will always shout "MY NECK". Your ultimate goal is to rebalance the universe and restore order to Bikini Bottom. To do this, we need to rescue all the characters that have been lost in the multiverse to our Bikini Bottom and in between collect as much Cosmic Jelly for Madame Kassandra as we can. VISUAL As the game needed to be included on the previous generation of consoles and also on less robust platforms, it utilizes the Unreal Engine 4. Incredibly, this did not affect the visuals of the game at all, even though it is a game that in theory is not supposed to be a game with incredible graphics, SpongeBob SquarePants: The Cosmic Shake has some of the most beautiful graphics for cartoon graphics that I have ever had the pleasure of seeing, especially speaking of lighting and cutscenes. Despite this, the game is not perfect in terms of performance, it is worth mentioning that the platform on which I performed all the gameplay was the Xbox Series X, which despite being the most powerful console in the world today, encountered some frame drop problems especially in the world of pirates with their intense explosion effects and among other things. However, as this is a pre-release version, I believe that these problems will be fixed soon. Gameplay During the gameplay, we face enemies that are made of some cosmic jelly that when we defeat we can collect this jelly as a kind of currency. Speaking of coins, we also collect coins hidden within the worlds and with them it is possible to release new categories of clothing that are available as we spend the cosmic jellies. The gameplay is very diverse and we can find different types of mini-games throughout our gameplay, but nothing that is so complex or that reinvents the wheel, in reality everything we see in this game we have already seen in other games before, some of the coolest for me were those of Surf with the tongue where we dodge obstacles and collect jams and coins on the way. The game takes several inspirations from important games, I could name a few like Yooka-Layle, Crash Bandicoot, Zelda and etc. And with each new world we learn something that diversifies our gameplay in addition to releasing new areas in other worlds thanks to the evolution acquired as our progression in history, for example in one of the worlds we learned to give a belly on the floor to which we managed to open secret areas to get coins. Áudio e Dublagem The sound effects of the game are very characteristic and unique, some bring characterization directly from the cartoon, for example when we have a small Loading of 3 seconds (in the new generation) represented by the classic speech of the narrator of SpongeBob: But the great highlight of the game is for dubbing localized in our language, THQ Nordic did their homework, that is, they made a point of bringing all the voice actors of the original drawing to dub the game. In other words we have Wendel Bezerra as SpongeBob, Marco Antonico as Patrick and all the voice actors that we are already used to here in Brazil, I would say that perhaps this is the biggest hit for the Brazilian public of this game (in this part of the analysis it makes you want Dragon Ball to be from THQ for us to have a dubbed game). Conquistas Most of the game's achievements are related to completing the story, so you play organically will complete a part, but I recommend in all the bosses of the game you perform them without taking any damage from anyone, as this will unlock an additional achievement in each of them. In addition you will need to get all the coins hidden in the worlds and collect some secrets but that sincerely are not so well hidden so that you need to worry that much. The big problem is that until the moment of this review there is a bugged achievement and it is the last achievement, I have already communicated those responsible for giving me the key to the game, but I did not have a very encouraging answer about it, but I sincerely hope that they will fix this soon, because only this is missing for me to completely uninstall the game, since I have already done absolutely everything possible in the game. Trailer CONCLUSION Despite the technical problems that SpongeBob SquarePants: The Cosmic Shake faces, it is certainly the best of the franchise so far. It's a game that you can really enjoy with the story and its beautiful graphics, without having absolutely any frustration with the gameplay. The voice acting is the key point that made me play this game and it is something that I really cannot fail to recommend, especially not being a AAA priced game, it is currently costing around 110 the PC version at Green Man Gaming. I will certainly be keeping an eye on what this studio will bring from now on, because it is a definitely very competent studio, I would like other games in this style, maybe dreaming of a Hey Arnold game along the lines of Grim Fandango is too much? maybe, but it doesn't hurt to dream. Review by Gamertag: Scoulz SCORE: 70/100





