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- Review: The Wandering Village
Ajude a natureza e ela restribuirá. O JOGO The Wandering Village é um construtor de cidade e gerenciamento desenvolvido pela Stray Fawn Studio e distribuído pela Stray Fawn Publishing e WhisperGames. Num mundo onde tudo foi tomado por plantas que expelem esporos tóxicos, os seres humanos lutam para sobreviver nessa condição. Eis que seu povo encontra um Onbu, uma criatura gigantesca que caminha pelas terras vastas. Como a criatura possui um bioma inteiro em suas costas, cheio de recursos, seu povo decide construir sua vila ali, aproveitando da mobilidade do bicho e ainda convivendo com ele numa espécie de simbiose, onde um ajuda (ou prejudica) o outro. Gerencie recursos e construa melhorias para que seu povo e o Onbu prosperem. Todos a bordo do Onbu! MINHAS IMPRESSÕES Seguindo uma estrutura básica de jogos de construção de cidade e gerenciamento de recursos, The Wandering Village tem seu diferencial no Onbu, a criatura ambulante, que é o ponto principal do jogo. A interação com a criatura é bem variada, desde comandos simples como parar e correr, até alguns outros comandos que demandam certas estruturas para serem disponibilizados. O mais interessante é que você tem duas formas de aproveitar de sua simbiose com o Onbu: cooperando, o que é bom para seu povo e para a criatura, ou explorando o colosso, apenas parasitando-o. Sua vila está em constante movimento, sempre de olho nos níveis de toxicidade e outras adversidades climáticas. Ter uma boa relação com o Onbu te ajuda em situações de perigo, como por exemplo, ao passar por áreas extremamentes tóxicas, você pode pedir para que ele corra, evitando ficar muito tempo por ali. Explorar áreas ao redor também é essencial para encontrar recursos que são inexistentes ou escassos nas costas do Onbu. O jogo está em Português-Brasil, o que te ajuda a entender funcionalidades, bem como explorar melhor a árvore de pesquisa, por exemplo. A arte do jogo é bem colorida e vívida, cheia de níveis, pois algumas artes são em 2D e outras 3D, se misturando em diversos momentos. Com muitos recursos e funções para serem notadas, alguns jogadores podem se sentir sobrecarregados de informações, mas esse sentimento passa quanto mais você joga. Para jogadores mais acostumados ao estilo de jogo, se sentirão em casa. É um jogo bem tranquilo para se jogar sem perceber o tempo passar. São tantas coisas para explorar que você quer continuar jogando para ver o que mais o jogo vai te proporcionar. Construa sua cidade móvel totalmente autossustentável. CONQUISTAS The Wandering Village não possui muitas conquistas, mas tem uma variedade de desafios bem grande e que deverá tomar um bom tempo para que você complete 100% das conquistas, visto que algumas delas requerem níveis de dificuldade maior ou exigência de sobrevivência de dias com algumas restrições. Além das conquistas mais fáceis, muitas relacionadas às interações com o Onbu, vejo as conquistas sendo um troféu para aqueles que vão realmente mergulhar de cabeça no jogo. Peça gentilmente e, talvez, o Onbu aceita ser guiado. CONCLUSÃO Confesso que o que me atraiu para esse jogo foi o Onbu e deve ser o que atrairá a maioria dos jogadores. Com sua cara de bobo, realmente é um personagem carismático. Como disse anteriormente, The Wandering Village não foge muito da fórmula de outros construtores de cidade em mundos pós-apocalípticos, com limitações de espaço e constante exploração do mapa. E isso não é algo ruim, pois é uma boa adição aos jogos do gênero. Gostei do que vi, não conseguia parar de jogar cada vez que liberava coisas novas para construir e experimentar. Apesar de não ser meu gênero de jogo favorito, será um deleite para quem gosta de um bom desafio. NOTA: 7.5/10
- Review Lonely Mountains: Snow Riders
Simples, encantador e viciante. Um presente inesperado que transforma a arte de esquiar em uma experiência memorável. Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements A Megagon Industries é um estúdio independente conhecido por criar experiências minimalistas e altamente envolventes. O estúdio ganhou reconhecimento com Lonely Mountains: Downhill , mostrando sua capacidade de transformar conceitos simples em jogos viciantes com física refinada e um cuidado especial na construção dos cenários. Plataformas: PC, Xbox Series X|S, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch GAMEPLAY / VISUAL É engraçado quando recebemos um jogo que não esperávamos e que, ainda assim, nos toca de uma forma tão especial que parece um presente. Eu fui jogador de Lonely Mountains: Downhill por muito tempo e, quando sua sequência espiritual apareceu no Game Pass com o nome de Lonely Mountains: Snow Riders , mergulhei nele por horas. No começo deste ano, fiz questão de colocá-lo na minha lista de jogos onde completei todas as conquistas do jogo base. Os visuais são intencionalmente poligonais, uma escolha artística que dá ao jogo uma identidade própria. Essa decisão não diminui a beleza, muito pelo contrário, ela coloca o foco totalmente na experiência e não nos detalhes hiper-realistas. Lonely Mountains: Snow Riders é, sem dúvida, um dos jogos mais agradáveis e prazerosos de jogar graças à sua gameplay refinada. Não há uma trilha sonora agressiva. O jogo prioriza os efeitos sonoros, como o deslizar dos esquis sobre a neve, criando uma imersão calma e envolvente. O jogo foi construído com o multiplayer e o cooperativo em mente, permitindo partidas com até oito pessoas dependendo do modo escolhido. Os cenários trazem toda a variedade que se imagina de um campo de esqui. É possível apenas descer as montanhas para ter uma experiência casual ou tentar maximizar o desempenho, chegando ao ponto de realizar manobras de costas enquanto outros ainda lutam com curvas simples. É o tipo de jogo perfeito para se jogar ouvindo um podcast, relaxando e aproveitando o momento, já que não há história complexa ou diálogos elaborados. É o puro creme da gameplay. Ao se acostumar com a física do jogo, algumas situações podem parecer fora do esperado, mas isso faz parte da experiência e não chega a ser um problema real. O único detalhe que pode incomodar é que, em algumas áreas, a sobreposição de objetos dificulta a visão do caminho, mas nada que atrapalhe profundamente a diversão. ACHIEVEMENTS As conquistas são extremamente satisfatórias, já que o objetivo aqui é simplesmente aprimorar ao máximo sua habilidade nas pistas. Algumas exigem um certo esforço, como alcançar uma pontuação específica em determinada pista, o que pode exigir jogar com pessoas experientes ou repetir manobras várias vezes. Ainda assim, todas as conquistas são um deleite e um excelente exemplo de como desenhar objetivos baseados na própria essência do jogo. Basta seguir o caminho principal e buscar maximizar a performance. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Não consigo expressar o quanto fiquei feliz ao receber a chave de Lonely Mountains: Snow Riders . Mesmo que não tivesse recebido, certamente eu jogaria em algum momento, pois este é um jogo que está na minha prateleira do coração. Não por gráficos de ponta ou algo espetacular visualmente, mas porque é um jogo exímio em sua gameplay. Ele cumpre absolutamente tudo o que eu poderia querer em um jogo de esqui. Não sei o que vem pela frente, mas com certeza estarei de olho em cada passo que a Megagon Industries der daqui em diante. NOTA:9/10 Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements
- Review: A Little To The Left - Cupboards & Drawers DLC
Quem é que não tem aquela gaveta da bagunça, não é mesmo? Bom, em A Little to the Left: Cupboards & Drawers dê adeus a essa bagunça. O JOGO A Little To The Left é um jogo de puzzle desenvolvido pela Max Inferno e distribuído pela Secret Mode . Seguindo a ideia do jogo base, a DLC Cupboards & Drawers acrescenta mais puzzles de organização de objetos , numa temática de armários e gavetas , como o próprio nome da DLC indica. Com algumas mecânicas diferentes, Cupboards & Drawers trás novos desafios para aqueles que jogaram o jogo base e pediram por mais. Arrumar gavetas se tornou algo satisfatório. MINHAS IMPRESSÕES Para não me repetir, irei focar apenas na DLC , pois já temos uma análise do jogo base aqui no site, que você pode conferir aqui . Mantendo o padrão estético, Cupboards & Drawers trás o espírito do jogo base, trazendo mais puzzles com um nível razoável de dificuldade, já que eu sinto que a ideia é mais ser prazeroso do que desafiador . O jogo não tem legendas em Português-Brasil , porém, isso não atrapalha sua jogabilidade. Ao terminar o jogo, fiquei com a impressão de que faltava algo . Foi muito rápido, embora divertido . Não sei se a ideia é lançar diversas DLCs temáticas para o jogo base, mas se for essa a intenção, acho que não gosto muito da ideia. Você não vai escapar de arrumar armários como na vida real. CONQUISTAS A DLC acrescenta conquistas ao jogo base, então tenha isso em mente caso queira fazer 100% do jogo. Apesar disso, a quantidade acrescida não é tão grande , tampouco difícil. Além de ter que completar todas as fases e resolvê-las de todas as formas possíveis , ainda existem conquistas ligadas à ações específicas , mas que não são complicadas de executar. Às vezes não é tão fácil quanto parece. CONCLUSÃO A Little To The Left: Cupboards & Drawers mantêm a qualidade , acrescentando mais vida ao jogo. Essa é uma forma melhor de manter os jogadores jogando, ao invés dos exaustivos e nada inspiradores desafios diários. Melhor, mas não o ideal, porque se a ideia é lançar diversas DLCs temáticas, aí o jogo já me perde completamente. Pensando na realidade brasileira, Cupboards & Drawers custa metade do jogo base, que acrescenta algo em torno de uma hora de jogo, talvez. Sei que os preços não são culpa dos desenvolvedores e nem sei se eles vão mesmo lançar outras DLCs, mas toda essa ideia me deixa com um pé atrás. Me diverti jogando, porque o jogo em si já é divertido, mas ao terminar, queria mais . E talvez esse seja o maior defeito de A Little To The Left: ele é tão gostoso de jogar, mas acaba muito rápido. Então, pra quem jogou o jogo base e quer mais, Cupboards & Drawers está aí pra suprir sua vontade , mesmo que este também acabe rápido. NOTA: 6.0/10
- Review: Before Exit Supermarket
Antes de ler essa análise, verifique se está tudo arrumado. O JOGO Before Exit: Supermarket é um simulador desenvolvido pela e distribuído pela Take IT Studio!. Já é de noite e o supermercado está fechado. Agora, apenas você, um solitário empregado tem a tarefa de fazer o fechamento da loja, deixando tudo arrumado antes de sair. E é melhor não esquecer nenhuma tarefa, porque seu chefe está de olho. Você vai ter bastante trabalho... MINHAS IMPRESSÕES Quem já trabalhou em varejo sabe bem como é fazer uma vistoria na loja. Verificar se está tudo no lugar, se há algum produto faltando para repor e coisas do tipo. Em Before Exit: Supermarket, você vai ter tarefas semelhantes, uma diferente da outra a cada noite completada. Ao completar sete turnos, você completa o jogo. Caso você deixe algo sem resolver, seu chefe vai te cobrar e você terá a opção de reiniciar aquele dia novamente. O jogo possui vinte cenários diferentes, que consistem em vinte diferentes noites de trabalho que vão te exigir diferentes objetivos, como repor gôndolas, retirar produtos estragados e jogar fora o lixo. Além desses diferentes objetivos, todos os dias você deve virar a placa de "aberto/fechado", fechar todas as portas e apagar todas as luzes. Em alguns momentos, você pode levar alguns sustos, pois algumas coisas acontecem e dão uma pontinha de estranheza, o que até me levou a achar que o jogo tinha elementos de terror, mas foi apenas minha impressão de estar sozinho que me traiu. Demorou pra eu entender Before Exit: Supermarket porque, além de uma placa genérica na parede, o jogo não te ensina nada sobre o que deve ser feito em cada dia. Você vai ter que aprender olhando o que está errado e fazendo as coisas na tentativa e erro. No mais, a jogabilidade é pouco inspirada e atrativa, bem como os objetivos do jogo. O banheiro também é sua responsabilidade. CONQUISTAS Infelizmente, tive uma experiência bem ruim com as conquistas. Ou melhor dizendo, com a falta dela, já que, aparentemente, as conquistas estão quebradas na Steam. Ou seja, não estão funcionando. Dito isso, não posso opinar muito a fundo sobre, mas lendo sobre elas, não parecem ser difíceis de cumprir e dão um motivo para você jogar mais vezes, coisa que o jogo em si não te empolga em fazer. O supermercado todo só para você... trabalhar! CONCLUSÃO Before Exit: Supermarket tem uma ideia interessante, mas uma execução péssima. Ainda que tenham coisas interessantes, como alguns cenários onde você até pensa que terão momentos de terror no jogo, não são suficientes para empolgar. Com as conquistas não funcionando na Steam, não tive nenhuma vontade de experimentar mais do jogo após terminá-lo, já que não existe uma recompensa válida ao jogador. Já foi anunciado um Before Exit: Gas Station e espero que esse primeiro jogo tenha servido para aprender e melhorar nos próximos. NOTA: 5.0/10
- Review: Citizen Sleeper 2 Starward Vector
Embarque em uma nova aventura espacial, com um novo Sleeper, mas os mesmos velhos problemas. O JOGO Citizen Sleeper 2: Starward Vector é um RPG narrativo cyberpunk desenvolvido pela Jump Over The Age e distribuído pela Fellow Traveller. No controle de um novo Sleeper, um androide com uma consciência implantada, você está em fuga após tentar reescrever seus códigos e se libertar do controle que lhe era imposto. Tudo acabou dando errado e agora você está sendo caçado enquanto seu corpo parece defeituoso. Com ajuda de membros para sua equipe e melhorias para sua nave, encontre uma forma de fugir e sobreviver nesse caótico mundo. Rig será seu porto seguro. MINHAS IMPRESSÕES Se você jogou o primeiro título de Citizen Sleeper e queria mais, pois bem, Citizen Sleeper 2: Starward Vector te entrega muito mais. A mecânica básica do jogo se mantém: você possui dados que são usados para determinar seu sucesso ou falha. E, como todo RPG, suas ações tem consequências das mais diversas naturezas. Dessa vez, como você tem a possibilidade de recrutar membros para sua equipe, suas escolhas iniciais de Sleepers te fazem realmente se especializar em algum atributo, ao contrário do primeiro jogo, onde parecia que, ao longo do jogo, essa escolha parecia ficar cada vez mais insignificante. E por falar em membros da equipe, essa nova mecânica é bem interessante, com cada membro tendo sua especialidade, podendo cobrir áreas que seu Sleeper não é tão bom. Eles são essenciais nas expedições, que são missões em que você vai até um certo lugar e realiza uma missão em equipe, usando os seus dados e dos membros da nave. E a mecânica de ter uma nave e tripulação abre todo um leque novo de aspectos a serem administrados, como o estresse da equipe e suprimentos para as expedições. A arte do jogo continua linda, com personagens bem desenhados e com muita personalidade. A história é intrigante e continua a te fisgar pelas possibilidades, fazendo você querer ver como essa história termina. Infelizmente e novamente, o jogo não está em Português-Brasil, o que me fez ficar bem chateado. Com o sucesso do primeiro jogo, imaginei que eles investiriam em colocar uma tradução para a continuação, visto que é um jogo muito carregado em texto e que é essencial para a experiência. Ainda que você saiba ler outra língua, é mais cansativo ficar traduzindo mentalmente o que está lendo do que ler na sua língua nativa. Mesmo que isso seja um ponto muito negativo, Citizen Sleeper 2: Starward Vector é um jogo que vale muito a pena ser jogado. Recrute membros para sua nave. CONQUISTAS Se em seu jogo anterior você precisava de apenas algumas novas aventuras para completar as conquistas, aqui em Citizen Sleeper 2: Starward Vector prepare-se para as mais diversidade de possibilidades. Além das conquistas relacionadas às missões de contrato e baseadas em certas ações tomadas durante o jogo, você também terá missões de recrutamento de membros para sua nave. Com tantas variáveis, não duvido que seja possível fazer tudo de uma só vez, mas para efeitos de diversão e aproveitamento total da história, talvez seja melhor fazer aos poucos. Também temos uma conquista sobre terminar o jogo na dificuldade mais difícil, que impõe algumas dificuldades extras ao jogo. Um pouco mais desafiador que o seu antecessor, fazer 100% das conquistas de Citizen Sleeper 2: Starward Vector será trabalhoso. Escolha em que categoria seu Sleeper será especialista. CONCLUSÃO Minha impressão sobre o segundo jogo de Citizen Sleeper se mantém bem parecida com a que eu tive quando joguei o primeiro jogo, mesmo porquê, muito se manteve. Continua sendo um jogo narrativo muito bom, como uma sessão de RPG de mesa, mas que se torna cansativo em alguns momentos, seja pela grande carga de textos ou, para os falantes de português, a falta de uma tradução para Português-Brasil. A adição de novas mecânicas me deu sentimentos mistos. Por um lado, uma continuação deve ter novos atrativos. Por outro, achei que tem muita coisa nova para administrar e você acaba meio perdido em meio a todas as decisões que deve tomar ao longo do jogo. Mesmo com tudo isso, Citizen Sleeper 2: Starward Vector expande seu universo e continua sendo uma ótima opção para quem gosta de um bom RPG narrativo. NOTA: 8.0/10
- Review: Revenge of the Savage Planet
Explore os planetas mais malucos e tente sobreviver em Revenge of the Savage Planet. O JOGO Revenge of the Savage Planet é um jogo de aventura desenvolvido e distribuído pela Raccoon Logic Studios Inc. Após ser enviado para um planeta que seria explorado para uso de uma grande corporação, você é demitido e largado nesse ambiente, com poucos recursos e sozinho. Porém, você precisa sobreviver e será necessário explorar planetas para acessar recursos e ganhar melhorias para que sua vida fique mais facilitada, tudo isso em meio a uma trama bem humorada. Jogue sozinho ou com um amigo. MINHAS IMPRESSÕES Apesar de ser o segundo jogo da série, não é necessário ter jogado o primeiro jogo para jogar esse título. Com muitos elementos de exploração e aventura, Revenge of the Savage Planet utiliza do seu bom humor e artes cartunescas num jogo leve e muito divertido. Com quatro planetas diferentes para explorar, você sempre terá motivos para ir em cada um deles, visto que você vai desbloquear novas habilidades e tecnologias que vão te permitir acessar lugares que antes não podia. Com mecânicas de combate divertidas e diversas, você consegue usar sua criatividade para derrotar inimigos, além de batalhas épicas contra chefes. É viciante explorar tudo e, a cada nova melhoria adquirida, você tem vontade de experimentar onde ela será útil, te colocando num ciclo infinito em que você nem vai perceber o tempo passar. O jogo está em Português-Brasil, o que te ajuda a entender a história e os diversos vídeos e propagandas que passam nas telas, vídeos esses que são filmados com pessoas reais e são muito bem feitos e engraçados. Essa mistura entre jogo e vídeos reais me agradou muito, deixando tudo muito mais criativo e original. O jogo ainda conta com um modo cooperativo, o que aumenta ainda mais a diversão proporcionada. Revenge of the Savage Planet é aquele tipo de jogo que você vai jogar sem compromisso e vai sair muito satisfeito. Explore todos os cantos de um meio ambiente, muitas vezes, hostil. CONQUISTAS Com tantas mecânicas diferentes, era óbvio que o jogo teria os mais diversos tipos de conquistas. Capturar animais, cumprir desafios e comprar mobílias para a sua casa são só alguns dos exemplos do que você deve completar para atingir o 100% das conquistas. Como tudo no jogo é muito divertido e prazeroso de se executar e o jogo é viciante, você não terá tanta dificuldade de completar todas as conquistas. Utilize seus recursos para acessar novidades. CONCLUSÃO Gostei muito de Revenge of the Savage Planet. Como dito anteriormente, não havia jogado o primeiro título da série, então não sabia o que iria encontrar. Também não posso comparar os dois, dizendo se houve evolução de um jogo para o outro, mas posso dizer que Revenge of the Savage Planet é muito divertido. Explorar os planetas é realmente prazeroso, ainda que você possa achar que ter que ficar indo e voltando sempre que desbloquear uma nova melhoria é chato, aqui tudo flui de forma natural e nada cansativa. Se você está atrás de um jogo leve e descontraído, Revenge of the Savage Planet é o jogo para você. NOTA: 8.5/10
- Review: Hello Stranger
Você está preparado para jogar jogos valendo a sua vida? O JOGO Hello Stranger é um jogo de ficção interativa (FMV) desenvolvido e distribuído pela PRM Games. Acompanhamos a vida de Cam, um homem que tem toda a sua vida automatizada e virtual. Sendo assim, ele usa um aplicativo chamado Hello Stranger, onde conversa com pessoas aleatórias por vídeo. Acostumado com o aplicativo e com os tipos de pessoas que encontra por lá, Cam fica assustado quando uma figura mascarada começa um bate papo com ele. Mesmo tentando se desconectar, já é tarde, pois a pessoa misteriosa já hackeou toda sua casa e agora Cam é obrigado a jogar três jogos para que possa ser liberado. E se perder qualquer um dos jogos? Bem, receba sua punição. Olá, estranho! MINHAS IMPRESSÕES Hello Stranger é minha primeira experiência com jogos FMV e eu estava ansioso para entrar nesse mundo de jogos cinematográficos. Diferente do que se pode imaginar, você não ficará apenas assistindo e fazendo decisões para avançar a história. Prestar atenção em tudo que acontece é essencial para algumas decisões e até para entender o enredo do jogo. Além disso, como tudo gira em torno de vencer jogos, que em sua grande maioria são bem desafiadores e divertidos, você se sente participando ativamente da história. Além disso, você terá diferentes jogos para fazer dependendo do caminho escolhido, com mecânicas de jogo solo ou competitivo. Existe uma gama de ramificações na história e, caso queira entender todas as nuances do que está acontecendo, jogará diversas vezes, fazendo caminhos diferentes. Não se preocupe, a história não é muito longa e o jogo está em Português-Brasil, então não será cansativo, além de ser um ótimo jogo para jogar com os amigos. Os atores, em sua grande maioria, atuam bem e não te tiram da trama, apesar do estilo mais indie de gravação, é algo que me agrada. Não entrarei em detalhes da história, pois isso estragaria toda a ideia do jogo, mas posso afirmar que a cada vez que terminar uma ramificação da história, você vai querer fazer outra pra descobrir mais sobre o que está acontecendo. Prepare-se para os mais diversos jogos. CONQUISTAS O jogo não possui muitas conquistas, mas em sua maioria, vai envolver fazer escolhas específicas, o que ocasionalmente, depois de tentar todas as opções possíveis, você vai acabar completando algumas delas. Ainda assim, caso algo passe desapercebido, é fácil identificar o que é necessário fazer, pois as descrições das conquistas te ajudam sobre o que deve ser feito. Além disso, existe uma conquista em que você deve completar toda a árvore de ramificações de cenas, ou seja, tomar todos os caminhos possíveis que o jogo lhe apresenta. Pode levar um tempo, mas conseguir 100% das conquistas de Hello Stranger não é uma tarefa tão difícil. Qual será seu destino? CONCLUSÃO Penso que, como uma primeira experiência com FMV, acertei em começar com Hello Stranger. Sempre vi muitas reclamações sobre esse tipo de jogo, como eles são apenas filmes interativos e não jogos interativos. Hello Stranger soube muito bem mesclar os dois mundos e fazer o jogador se sentir parte da trama. O clima do jogo te deixa tenso, sempre esperando que algo ou alguém te assuste, ao mesmo tempo que você tenta entender a trama, que deixa pontas soltas justamente para você jogar mais e tentar outras ramificações. Se quiser conhecer o mundo dos jogos FMV, recomendo que, assim como eu, também comece por Hello Stranger. NOTA: 8.0/10
- Review Worms Armageddon - Anniversary Edition
Explosões caóticas, nostalgia e um humor inconfundível celebram os 25 anos de uma das franquias mais amadas dos jogos de estratégia em turnos. Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements GAMEPLAY / VISUAL Nesta edição de aniversário, contamos com um documentário interativo sobre Worms Armageddon , além de uma linha do tempo que traça toda a história da série. Durante as partidas temos mais de cinquenta e cinco armas e ferramentas clássicas disponíveis para usar no mata-mata, garantindo partidas imprevisíveis e extremamente criativas. O jogo inclui ainda títulos extras, transformando esta edição em uma verdadeira coleção de Worms . Estão presentes versões como Worms MD , Worms Armageddon do Game Boy Color, Worms World Party do Game Boy Advance e outros conteúdos que valorizam ainda mais o pacote. A coletânea de 25 anos não é apenas um relançamento simples. Há novas possibilidades de customização muito além do que tínhamos no jogo base de 1999. A resolução foi ampliada em comparação com o título original, tornando tudo mais nítido e ainda mais agradável de jogar. O visual mantém o charme clássico, com cenários destrutíveis cheios de detalhes e animações simples porém carismáticas. Mesmo com as melhorias gráficas, a essência do jogo permanece intacta e fiel ao que conquistou fãs ao longo das décadas. É curioso quando entramos em contato com um jogo que desperta diretamente nosso lado nostálgico. Lembro-me de levar o jogo Worms Armageddon em um CD durante uma viagem que fiz com meus pais quando eu era criança. Eu me importava tanto com aquele jogo que decidi levá-lo no bolso, bem perto de mim. O único detalhe é que eu não imaginava que o CD acabaria quebrando enquanto eu dormia no carro. ACHIEVEMENTS Aqui encontramos diversas conquistas que são muito divertidas, resultado de jogabilidade em cooperação, personalização ou pura habilidade durante as partidas. Existem também algumas conquistas relacionadas a alcançar determinados rankings, o que pode envolver um pouco de sorte dependendo das armas que você obtém ao longo do caminho. Ainda assim, não é nada tão complexo a ponto de exigir dezenas de horas de farm para conquistar. Mesmo que algum tempo de repetição seja necessário, a melhor dica é aproveitar o processo: jogue se divertindo, coloque uma boa playlist para tocar e, em cerca de 25 ou 30 partidas, você provavelmente alcançará os objetivos sem grandes dificuldades. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Worms Armageddon: Anniversary Edition é uma celebração cuidadosa de um clássico que marcou época. O jogo combina física precisa, humor inconfundível e caos planejado de uma forma que poucos títulos conseguem. Além disso, a inclusão de conteúdos históricos, melhorias visuais e extras tornam esta edição especial algo muito além de um simples relançamento. Para quem jogou na época original, esta edição é uma viagem completa à nostalgia. Para quem está chegando agora, é uma oportunidade de conhecer um dos melhores títulos de estratégia em turnos já feitos. Mesmo décadas após seu lançamento inicial para computador, PlayStation 1, Dreamcast, Game Boy e Nintendo 64, Worms Armageddon continua divertido e relevante. NOTA:8/10 Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements
- Review Star Overdrive
Deslize pelo deserto com estilo. Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements GAMEPLAY / VISUAL Em Star Overdrive , tudo começa quando interceptamos um sinal de socorro. O protagonista, Bios, vai parar em Cebete, um planeta árido e desolado. O jogo parece seguir uma cartilha visualmente atrativa, mas deixa a desejar em aspectos fundamentais da jogabilidade. Apesar disso, a estética estilizada e a movimentação sobre a prancha futurista são elementos que se destacam com facilidade. Ao lado de sua espada e de uma prancha estilosa, Bios realiza manobras por extensas planícies desérticas. O overboard remete imediatamente ao universo de De Volta para o Futuro , e é um acerto para quem gosta desse tipo de ambientação. O jogo chama atenção especialmente fora do Nintendo Switch, onde estreou originalmente, ganhando vida nova com gráficos muito mais fluidos no PlayStation 5, Xbox e PC. Apesar de seguir a identidade visual da desenvolvedora, a interface remete diretamente à geração Xbox 360 e PlayStation 3. O menu é antiquado, com uma apresentação visual pouco refinada, mas funcional. Mesmo sendo intuitivo, falta um cuidado estético que combine com o restante da proposta visual do jogo. Durante a jornada, podemos realizar upgrades em nossa bancada, personalizando motores, aparência da prancha e diversos outros elementos que ajudam na progressão. Essa personalização traz uma camada a mais à experiência, mesmo que de forma limitada. Os cenários de Star Overdrive impressionam à distância, com vastas paisagens em cel shading que se destacam pela escala e direção de arte. No entanto, ao nos aproximarmos, percebemos uma clara carência de detalhes. As texturas revelam um certo vazio, e mesmo o estilo artístico não consegue esconder a simplicidade visual de muitos elementos. O jogo transmite um ar antiquado que, neste caso, não soa como uma homenagem, mas como uma limitação. A semelhança com ReCore é inevitável, e em alguns momentos parece que o jogo tenta seguir a mesma vibe, sem alcançar o mesmo impacto. ACHIEVEMENTS Aqui está o ponto em que eu chamo de erro comum, Star Overdrive, se escorou em conquistas que caçadores de achievements repudiam, que são conquistas baseadas em coletar centenas de coisas durante o grande mapa do jogo. Além disso possuem conquistas que são ligadas a história e desenvolvimente, o que é um ponto positivo a favor do game. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Apesar de estilizado, a jogablidade é dura e simplificada demais. Os ataques são pouco precisos, com dificuldade para ajustar a direção no momento certo. O sistema de movimentação e ataque falha em oferecer a fluidez necessária para sustentar a ação, tornando as lutas um dos pontos mais fracos da experiência. O jogo em si não é de todo ruim, mas devido ao grande aumento de narrativas indie, e jogos incríveis de gêneros parecidos, não veria muito como pessoas serem atraidas pela jogabilidade de Star Overdrive, o jogo em si, é lindo e isso pode enganar a curto prazo, mas não passa de algo mediano. NOTA:6.5/10 Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements
- Review Ruffy and the Riverside
Transforme o mundo ao seu redor em uma aventura mágica e cheia de possibilidades em um dos jogos de plataforma mais criativos dos últimos anos. Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements GAMEPLAY / VISUAL Ruffy and the Riverside é um jogo de plataforma 2D completamente diferente dos demais. Acompanhamos Ruff e sua parceira Pip, a abelha em uma jornada cheia de descobertas, mistérios e personagens encantadores. O jogo está totalmente traduzido para o português, algo que se destaca dentro do gênero, já que não é comum vermos jogos de plataforma com localização completa para o nosso idioma. A aventura se passa em um mundo carismático com visuais impressionantes e animações muito bem trabalhadas. Desde o primeiro momento, somos envolvidos por um universo colorido e animado que chama atenção não só pelo estilo artístico, mas também pela identidade que constrói ao longo da jornada. No início, algumas mecânicas podem parecer confusas. A principal delas é a habilidade de transformar elementos do cenário em outros diferentes, como por exemplo converter uma cachoeira em uma trepadeira para escalada ou transformar água em gelo para andar sobre ela. Com o tempo, essa mecânica se torna intuitiva e um charme à parte, destacando-se como um dos grandes diferenciais do jogo. Durante a aventura, enfrentamos criaturas chamadas Groll, cubos mágicos que distorcem a realidade e alteram os belíssimos cenários, além de roubarem cristais responsáveis por manter o equilíbrio do mundo. Cada encontro com essas criaturas muda o ambiente e introduz desafios únicos. A grande mágica de Ruffy and the Riverside está na criatividade aplicada nas interações com o cenário. Caixas de metal, por exemplo, podem ser transformadas em madeira para flutuar na água. Esse tipo de mecânica revela o cuidado e o carinho que a equipe de desenvolvimento teve ao criar algo verdadeiramente especial e cheio de possibilidades. ACHIEVEMENTS As conquistas do jogo não são seu foco principal, mas contribuem para incentivar a exploração e a criatividade durante a jornada. Elas são acessíveis e complementam a experiência, permitindo que jogadores mais dedicados aproveitem o máximo da proposta do jogo. Alguns definitivamente como fazer uma ação repetidas vezes, demoram e são chatos, mas é compreensivo já que a mecânica do jogo é necessária ser explorada. TRAILER OFFICIAL CONCLUSÃO Ruffy and the Riverside é um jogo que facilmente desperta nostalgia em quem cresceu jogando títulos criativos de plataforma. Ele faz lembrar o encantamento de experiências como Super Mario 64 , mas com uma proposta moderna e mecânicas inovadoras que o colocam em um lugar único dentro da indústria atual. Mesmo que você não se veja como o público-alvo, o jogo conquista pela sua estética agradável, carisma dos personagens e animações encantadoras. É uma prova de que o mercado de jogos está se abrindo para experiências cada vez mais diversificadas e acessíveis. Ver um jogo como esse totalmente dublado em português, enquanto tantos outros cobram preços altíssimos sem sequer oferecer legendas, reforça o quanto essa produção merece destaque. Recomendado para qualquer pessoa que aprecie jogos de plataforma criativos e bem construídos, Ruffy and the Riverside é uma pequena joia que merece atenção e aplausos. NOTA:7.5/10 Games-Review-Análises-Conquistas-Achievements
- Review: The Spell Brigade
Enfrente hordas cada vez maiores de monstros e evolua suas habilidades nesse jogo com uma dificuldade interessante Jogo The Spell Brigade é um jogo do tipo rogue-like de ação, desenvolvido e publicado pela Bolt Blaster Games, em que você controla uma séries de magos (apenas um por vez), de modo a eliminar alguns inimigos (insetos, árvores, etc), em 3 tipos de área que em geral podem ser desafiadoras (como paredes, gelo derrapante e explosões). O Jogo pode ser jogado de maneira solo ou encontrar uma partida online. Seleção de personagem, fase e dificuldade (e também do matchmaking) Conforme o jogador avança, ele pode desbloquear alguns magos, bem como habilidades que podem ajudar durante as partidas. Dentro da partida em si, conforme o jogador derrota os inimigos, ele ganha nível para poder escolher suas habilidades (e melhorias). Há também a possibilidade de morrer (mas que tem um número limitado de vezes, e que vai recarregando com o tempo). Durante a fase, conforme o jogador ganha nível, são apresentados desafiados (com tempo) para finalizar. A cada desafio, o jogador ganha alguma habilidade ou aprimoramento. E assim, ao final da fase, além de uma horda imensa de inimigos, ainda temos a presença de um chefão. Parades e quantidade de inimigos podem oferecer uma boa dificuldade Minhas impressões O jogo por si só é bem divertido (apesar de ser mais um dos vários) rogue-like de ação existentes por aí. O que torna o jogo melhor é seu nível de dificuldade, que além da quantidade de inimigos, aumenta também por conta da fase em que se está jogando, onde podem ter alguns percalços. Arbustos e gelo escorregadio ajudam a complicar, o que é realmente muito bom De primeira vez, foi um pouco complicado entender que eu deveria desligar o matchmaking para poder jogar solo, o que foi um ponto bem negativo (pois não há muitas pessoas jogando este jogo). Quanto à melhora de habilidades fora da fase e a quantidade de fases, achei realmente bem limitado (talvez futuramente insiram mais). Conquistas O jogo conta com um total de 80 conquistas, muitas das quais não tão difíceis e que podem ser alcançadas jogam algumas vezes. Nota: 8.0/10.0
- Review: ReSetna
Avance em um mapa aparentemente grande e derrote inimigos, conquistando habilidades e novas armas. Jogo Resetna é um jogo do estilo action-platform, desenvolvido pela Today's Games, e distribuído pela Module16. No jogo, você controla um robô reconstruído, que deve explorar um mapa atrás das missões dadas pelo robô engenheiro F.R.E.D. Conforme a fase avança, o jogador pode encontrar melhorias para suas habilidades, bem como chips para melhora-las. Basicamente é um jogo de ação, onde o jogador deve derrotar os inimigos, tendo para isso armas (inicialmente um conjunto de lâminas), e possuindo habilidades como dash, parry e ataques carregados. Derrote inimigos e conquiste missões Minhas impressões O jogo é do estilo clássico plataforma, onde ao explorar a fase você ganha mais e mais habilidades para enfrentar os inimigos (que ressurgem quando volta para uma parte da tela). No entanto, o jogo em si acaba sendo bem simples e por muitas vezes tedioso, pois acaba se tornando bem repetitio, onde no máximo aumenta a dificuldade de um ou outro inimigo. Após 1h de jogo aproximadamente, você já não consegue ver tanta diferença do começo do jogo (com excessão da melhora nas habilidades). Sempre bom ter um lugar para salvar e recuperar o HP Conquistas Para um jogo relativamente simples, possui ao todo 28 conquistas, sendo que a maioria faz menção à completar todas as fases, coletar todas as armas, habilidades e etc. Nota: 6.0/10.0












